"O Presidente polaco, Lech Kaczynski, e grande parte dos altos responsáveis da Polónia estão entre as vítimas mortais da queda do Tupolev Tu-154, ao serviço do Governo de Varsóvia, que esta manhã se despenhou pouco antes da aterragem em Smolensk, na Rússia.
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O Presidente Lech Kaczinski dirigia-se para Smolensk para participar nas cerimónias fúnebres em memória das vítimas do massacre de Katyn, em 1941, quando a polícia secreta soviética executou mais de 20 mil oficiais polacos capturados pelo Exército Vermelho.
Um porta-voz do governo polaco anunciou a realização de eleições presidenciais anticipadas. Pawel Grass disse à Reuters que, até lá, o presidente da câmara baixa do parlamento Bronislaw Komorowski “é automaticamente o Presidente em funções”. Segundo os constitucionalistas, a data das eleições deverá ser marcada no prazo de duas semanas e a ida às urnas terá que ser feita nos dois meses que se seguem à marcação das eleições.
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O acidente é um enorme choque para a Polónia, matando muitos dos mais altos líderes do país e fazendo reviver, para alguns, o horror do massacre de Katyn.
“É um sítio maldito”, disse o antigo Presidente, Aleksander Kwasniewski, à TVN24. “Dá-me arrepios na espinha. Primeiro a elite da Segunda República polaca é assassinada na floresta de Smolensk, agora a elite intelectual da Terceira República morre neste acidente trágico quando se aproximavam do aeroporto de Smolensk. Esta é uma ferida que vai ser muito difícil de curar”, afirmou."
O Presidente Lech Kaczinski dirigia-se para Smolensk para participar nas cerimónias fúnebres em memória das vítimas do massacre de Katyn, em 1941, quando a polícia secreta soviética executou mais de 20 mil oficiais polacos capturados pelo Exército Vermelho.
Um porta-voz do governo polaco anunciou a realização de eleições presidenciais anticipadas. Pawel Grass disse à Reuters que, até lá, o presidente da câmara baixa do parlamento Bronislaw Komorowski “é automaticamente o Presidente em funções”. Segundo os constitucionalistas, a data das eleições deverá ser marcada no prazo de duas semanas e a ida às urnas terá que ser feita nos dois meses que se seguem à marcação das eleições.
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O acidente é um enorme choque para a Polónia, matando muitos dos mais altos líderes do país e fazendo reviver, para alguns, o horror do massacre de Katyn.
“É um sítio maldito”, disse o antigo Presidente, Aleksander Kwasniewski, à TVN24. “Dá-me arrepios na espinha. Primeiro a elite da Segunda República polaca é assassinada na floresta de Smolensk, agora a elite intelectual da Terceira República morre neste acidente trágico quando se aproximavam do aeroporto de Smolensk. Esta é uma ferida que vai ser muito difícil de curar”, afirmou."
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