"A chefe da diplomacia da União Europeia, Catherine Ashton, quer ter um centro de resposta às crises ao estilo americano - uma espécie de sala de situação como a que tem o Presidente dos EUA, com a diferença de que a baronesa britânica não tem um exército ou um serviço de informações europeus prontos a entrar em acção.

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Ashton vai liderar o novo Serviço de Acção Externa (EAS), que deverá estar pronto para entrar em acção no dia 1 de Dezembro(...). O acordo final entre as instituções europeias sobre o EAS foi fechado no passado dia 21. Ashton vai contar com oito mil pessoas, 40% das quais serão diplomatas dos 27 Estados membros. O serviço terá um orçamento autónomo, embora sob forte supervisão do Parlamento Europeu. Quanto à tal "sala de crise", o EUObserver.com avançou que poderá situar-se algures no triângulo de edifícios que estão de frente para o do Conselho Europeu, no bairro europeu de Bruxelas. "

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