"Dez pessoas foram detidas nos Estados Unidos por alegadamente fazerem parte de um grupo de espiões para os serviços secretos da Federação Russa, anunciou ontem o Departamento de Justiça norte-americano, que não divulgou o tipo de informação transmitida pelos supostos participantes no esquema ilegal de recolha de segredos.

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As detenções surgem três dias depois do Presidente Barack Obama ter recebido o seu congénere russo Dimitri Medvedev. Obama elogiou a abertura e colaboração entre os dois países."

A notícia completa pode ser lida aqui.

"A chefe da diplomacia da União Europeia, Catherine Ashton, quer ter um centro de resposta às crises ao estilo americano - uma espécie de sala de situação como a que tem o Presidente dos EUA, com a diferença de que a baronesa britânica não tem um exército ou um serviço de informações europeus prontos a entrar em acção.

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Ashton vai liderar o novo Serviço de Acção Externa (EAS), que deverá estar pronto para entrar em acção no dia 1 de Dezembro(...). O acordo final entre as instituções europeias sobre o EAS foi fechado no passado dia 21. Ashton vai contar com oito mil pessoas, 40% das quais serão diplomatas dos 27 Estados membros. O serviço terá um orçamento autónomo, embora sob forte supervisão do Parlamento Europeu. Quanto à tal "sala de crise", o EUObserver.com avançou que poderá situar-se algures no triângulo de edifícios que estão de frente para o do Conselho Europeu, no bairro europeu de Bruxelas. "

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"Correct Roger."

Mais uma das inúmeras vantagens da Internet.
É possível assistir em directo às sessões do Parlamento Europeu através do seguinte endereço:
http://www.europarl.europa.eu/sed/video.do

Estão também disponíveis gravações de sessões anteriores que podem encontrar aqui.

Podem consultar o calendário do PE aqui.




Socialização Russia-USA.

"Com o diploma ontem publicado e que produz efeitos já a partir da próxima quinta-feira, Portugal volta a estar entre os países que mais descontos exigem aos trabalhadores para possam ter direito ao subsídio de desemprego, acabando o regime excepcional criado para responder à crise.

No ano passado, com o desemprego a atingir um número recorde de pessoas, o Governo reduziu de 15 (450 dias) para 12 meses (365 dias) o prazo de garantia do subsídio de desemprego. A medida acabou por ser estendida para este ano, mas a necessidade de conter os gastos com as despesas sociais acabou por ditar o seu fim. Portugal ultrapassa assim os prazos exigidos em países como a Espanha ou a Alemanha, ficando no topo da tabela dos principais parceiros europeus."

Noticia do Jornal Público.