"As condições "deploráveis" em que moram as famílias ciganas que, desde 2006, vivem no Bairro das Pedreiras, em Beja, deram origem a uma queixa contra Portugal. A denúncia foi apresentada em Abril, pelo European Roma Rights Centre (ERRC) junto do Comité Europeu dos Direitos Sociais (CEDS). A União Romani Portuguesa, que representa as comunidades ciganas, ameaça com uma concentração nacional às portas de Beja, caso a autarquia não resolva vários problemas, a começar por um muro construído pela câmara e que acaba por isolar o bairro do resto.

As autoridades nacionais são acusadas de casos de segregação, da baixa qualidade das habitações e da falta de acesso a serviços básicos de saúde e educação. Mais grave ainda é a construção de um muro de 2,5 metros de altura que, num dos lados, esconde este bairro marcado pela polémica desde que, em 2005, foi apresentado como projecto. O muro, afirma o ERRC - uma organização não-governamental que combate a discriminação de comunidades ciganas na Europa - é um claro exemplo de "exclusão e discriminação social". A queixa feita em Abril pode chegar ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem."

Notícia do Publico.


"In a statement read for him in the Bosnian town, the US president admitted the failure of the international community to protect the enclave, and said those responsible must be pursued.

More than 7,000 Muslim men and boys were killed by Bosnian Serb troops.

The massacre was the worst atrocity in Europe since the Second World War.

Hundreds of victims of the massacre were buried at a ceremony outside the town on Sunday.

The 775 coffins with the remains of newly identified victims from mass graves were laid to rest at the Potocari cemetery near Srebrenica.

European leaders and the presidents of all former Yugoslav republics who had gathered for the ceremony heard Mr Obama's words that "there can be no lasting peace without justice".

Mr Obama urged "the prosecution and arrest of those that carried out the genocide", and added: "This includes Ratko Mladic who presided over the killings and remains at large."

"I would have preferred that all of us have been killed together, then we would not have had to live through this," Hasan told the AFP news agency."


Noticia da BBC.


Via Jornal de Notícias.

"Dez pessoas foram detidas nos Estados Unidos por alegadamente fazerem parte de um grupo de espiões para os serviços secretos da Federação Russa, anunciou ontem o Departamento de Justiça norte-americano, que não divulgou o tipo de informação transmitida pelos supostos participantes no esquema ilegal de recolha de segredos.

(...)
As detenções surgem três dias depois do Presidente Barack Obama ter recebido o seu congénere russo Dimitri Medvedev. Obama elogiou a abertura e colaboração entre os dois países."

A notícia completa pode ser lida aqui.

"A chefe da diplomacia da União Europeia, Catherine Ashton, quer ter um centro de resposta às crises ao estilo americano - uma espécie de sala de situação como a que tem o Presidente dos EUA, com a diferença de que a baronesa britânica não tem um exército ou um serviço de informações europeus prontos a entrar em acção.

(...)
Ashton vai liderar o novo Serviço de Acção Externa (EAS), que deverá estar pronto para entrar em acção no dia 1 de Dezembro(...). O acordo final entre as instituções europeias sobre o EAS foi fechado no passado dia 21. Ashton vai contar com oito mil pessoas, 40% das quais serão diplomatas dos 27 Estados membros. O serviço terá um orçamento autónomo, embora sob forte supervisão do Parlamento Europeu. Quanto à tal "sala de crise", o EUObserver.com avançou que poderá situar-se algures no triângulo de edifícios que estão de frente para o do Conselho Europeu, no bairro europeu de Bruxelas. "

A notícia completa pode ser lida aqui.








"Correct Roger."